Por Oxes Omsitore

Uma transa inusitada...

 

Essa história é verídica, porém não posso revelar o nome dos participantes, por questões de ética. Quem me contou essa historinha foi, uma grande “amiga minha”, e nada mais que justo, respeitar sua privacidade.

Pois bem, certo dia estava essa amiga minha que podemos chamar de “Afrodite”, a caminho do dentista, onde fazia um tratamento periódico. Era uma tarde quente, porém, nublada, as nuvens rolavam pelo céu, de um lado para o outro, com uma pretensão bastante clara, sem dúvida nenhuma, aquela seria uma tarde chuvosa, um dia comum em relação a São Paulo. Afrodite tinha um corpo escultural, com seus singelos 19 anos, chamava muito a atenção de quem passasse por ela, sabia que era sexy e sabia muito bem usufruir de seus atributos. Cobria seu corpo com um vestido justo, que ia até o joelho, valorizando ainda mais seus traços corporais. Seus cabelos ruivos pareciam labaredas de fogo, que chegava até a cintura, um corpo torneado, cinturinha de pilão, coxas exageradamente grossas, seus seios pequeninos, cabiam perfeitamente na boca, nem sobrava e tão pouco faltava, uma verdadeira ninfeta.

Chegando ao consultório, descobriu que a dentista com quem fazia tratamento, tinha sofrido um acidente, e assim, impossibilitada de atender seus pacientes.

Mas, a dentista pediu a um amigo de sua inteira confiança, que a substituísse por um tempo determinado, enquanto se recuperava. Este que prontamente se disponibilizou em atender um pedido de sua velha conhecida. Dionísio era esse, seu nome.

Ao entrar, naquele que seria o cenário perfeito para uma “grande Dionísia”. Afrodite deparou-se com aquele deus grego, cabelos longos, dourados que escorriam até os ombros, olhos verdes, que minavam desejo, braços firmes, um tórax que parecia mais ter sido esculpido a mão, um corpo bronzeado que se destacava, com sua roupa branca. Seus olhos percorreram como que, simultaneamente por aquele corpo que exalava um cheiro de devassidão, sem pensar ao menos, em ser discreta, pois tamanha foi sua admiração por aquele que, atormentaria seus mais secretos pensamentos.

Ao mesmo tempo em que Afrodite, “corria” com seus olhos, aquele que seria mais tarde, o seu playground. Dionísio não se fez de arrogado, e ainda que, por instinto, “despia” Afrodite com sua imaginação, deliciando-se com as curvas de seu corpo.

Apresentações feitas tomaram então a postura de dentista e paciente, pois, certamente não queriam deixar nítido, suas primeiras impressões. Mas, ainda que disfarçassem, sentiam um clima de sedução que os envolviam a todo o momento. Dionísio se preocupava, todo o tempo em ser meticuloso, a cada gesto, com as palavras que trocavam, embora que, com duplo sentido, deixavam sempre no ar suas verdadeiras intenções. Dionísio não via à hora de pegar em seus braços, aquela que tanto lhe chamara à atenção, deixando-o com tanto tesão. Sua calça parecia que iria dilacerar tamanho o volume que fazia. Sem que o dentista pudesse perceber, Afrodite já tinha avistado algo fenomenal entre as pernas daquele homen, que o deixara ainda mais excitada. Sentia sua calcinha ficar cada vez mais molhada, o gozo escorria por suas pernas, enquanto o bico dos seus seios de tão rígidos que estavam, acabaram por denunciar seu propósito. Constrangida, e ao mesmo tempo almejando a hora de ser possuída, lutava contra um desejo que a consumia de minuto a minuto.

Por mais que tentasse manter a compostura, todos os esforços foram em vão, pois seus olhos já não conseguiam esconder que o queria e, o que seu corpo tanto ansiava.

Dionísio sentia que não poderia mais agüentar aquela pressão e, sucumbido por um impulso irracional, tomou em seus braços aquela que o fizera perder a razão. Cego de desejo apoderou-se daquela ninfeta, que lhe “virara” a cabeça, roubando-lhe um beijo,  sem ao menos relutar a ninfeta, correspondeu ao beijo do seu deus grego.  O tesão aumentava cada vez  que pensavam que poderiam ser descobertos. Na sala ao lado, havia pacientes que esperavam para serem atendidos, pelo doutor.

Afrodite sentia que seu corpo gritava, para que aquele homen, não pestanejasse em nenhum momento e transasse com ela, ali mesmo, sem pudores. E de fato, Dionísio não pensou duas vezes, sabia que aquele ensejo poderia não se repetir mais.

Parecia que suas mãos grandes tinham vontade própria, lançou-se por debaixo do vestido de sua deusa bem devagarzinho, colocou sua calcinha de lado, e passou a massagear seu clitóris, deslizando de cima para baixo, de um lado para o outro em movimentos circulatórios.

Afrodite gemia de prazer, e queria mais que isso, e não se contendo, ajoelhou-se ao pé de seu macho, baixou o zíper, e colocou pra fora aquilo que sairia por bem ou por mal.

Com uma voracidade nunca vista, o chupou com tanto gosto que parecia mais estar, com um sorvete em sua boca. Ah! Aquele pênis, tão grosso que mal cabia em sua boca. Deslizava sua língua, quente e úmida naquele objeto que a fez enlouquecer. A ninfeta sabia muito bem o que estava fazendo, lambia deixando rastro de sua língua felina e acariciava as bolas daquele homen viril. Dionísio usando de sua força ergueu Afrodite até o ponto exato, para que seus seios ficassem a altura de sua boca. Desceu vagarosamente, a alça do seu vestido e, chupou, lambeu, como um cachorro lambe uma cadela, quando pretende se acasalar e, com as pontas do dente puxou seu biquinho que estavam rígidos, mordendo bem de leve, como se quisesse pegar pra si. Com um primor digno de cavalheiro, Dionísio delicadamente conduziu sua deusa para que se aconchegasse na cadeira. Abriu as pernas daquela fêmea que urrava de prazer, sua boca se perdia chupando aquela que xaninha, que parecia virgem, de tão apertadinha que era, e ao mesmo tempo enfiava seu dedo, pra frente e pra trás em movimentos repetitivos. De início era lentamente e, conforme as sensações iam aumentando, seus dedos tomavam mais agilidade e muito mais força.

No apogeu de seus desejos, a colocou de quatro, como se fosse uma cadela e, sem mais recatos, possuiu aquela ninfetinha safada por inteira. Seus gestos não eram mais contidos, pelo contrário, deixou de lado seu jeito cavalheiresco.  E como um homen das cavernas, virava sua ninfeta de um lado para o outro, puxava seu cabelos, que acabara de enrolar em sua mão, seus corpos entrelaçavam-se todo instante. Pareciam mais uma apresentação de contorcionistas. Obviamente aquele não era um lugar adequado para esse tipo de atividades, por isso, Dionísio precisou recorrer a sua criatividade. Com o corpo inerte, Afrodite deixou que ele a domasse. Seu deus grego, a compelia fazer posições, inimagináveis, inclusive de cabeça pra baixo, mas sempre muito prazeroso claro.

Mas nada disso atrapalhava os amantes, pelo contrário o ambiente insólito, excitava-os ainda mais. Afrodite gozou, não só uma, como várias vezes. Em seu auge de prazer Dionísio, jorrou seu gozo naquele rosto angelical, e encheu a boca de Afrodite de esperma, que lambeu como se fosse um leite condensado, que escorria pelo seu pau, “melecando” ainda mais seu rosto delicado.

Como se soubessem à hora de importunar, alguém bateu na porta. De certo estranharam a demora do atendimento e, sem saber que aquele, era um atendimento especial e, único...

Depois desse dia, Afrodite nunca mais teve notícias do seu Dionísio, o doutor que lhe fez o melhor tratamento que já tivera em sua vida.